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ALIENAÇÃO PARENTAL

A Alienação Parental com uma visão diferente da Dra. Karina Nogueira, especialista em Direito de Família na Cidade de Curitiba-PR.

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ALIENAÇÃO PARENTAL

Segundo a legislação sobre o tema, considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente, promovida ou induzida por um dos genitores, para que repudie o outro genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este.
Pode ser praticada por genitores, avós, tios, ou qualquer pessoa que tenha o menor sob guarda.
A alienação parental consiste em usar o próprio filho como instrumento de vingança contra o pai ou a mãe. E normalmente ocorre porque uma das partes não aceita o fim do relacionamento amoroso.
Esta prática acarreta inúmeros problemas psicológicos para aqueles que a sofrem, como depressão, insegurança, ansiedade, baixa alto estima e dificuldade em relacionamentos futuros.
Ou seja, a alienação parental é mais prejudicial ao filho do que ao pai/mãe.
Toda criança/adolescente tem como direito fundamental uma convivência familiar saudável. Uma vez que esteja ocorrendo a prática de alienação parental, a mesma deve ser imediatamente reportada, e o seu reconhecimento deve ser feito necessariamente em juízo.
Se o juiz reconhecer a existência de indícios de atos de alienação, o processo terá tramitação prioritária e medidas de urgência serão prontamente determinadas, a fim de se preservar a integridade psicológica da criança ou do adolescente.

 Colaboração da Dra. Karina Nogueira, especialista em Direito de Familia e Sucessões na cidade de Curitiba-PR.

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