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Dra. Karina Nogueira - Curitiba

Especialista em Direito de Família e Sucessões

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Dra. Karina Nogueira - Curitiba

Estamos diante de um cenário cruel quando o assunto é violência contra as mulheres.

A mídia nunca retratou antes tantos casos de “feminicídio” no Brasil e no mundo. Mas o que explica essa onda crescente desta covardia?

Essa violência, na maioria das vezes, parte de dentro de casa, com alguém que é intimo da vítima.

A própria constituição da sociedade brasileira, construída sob a égide machista e patriarcal, de certa maneira contribuiu para este cenário atual, mas é preciso dar um basta.

As mulheres devem fazer a sua parte e não podem deixar de dar atenção ao menor sinal de risco a sua integridade. A violência, seja física ou psicológica, se inicia de forma amena, muitas vezes com pequenos comentários de menospresos, mas tende a ir aumentando com o tempo, ao ponto de chegar a xingamentos, ameaças e, por consequência, maus-tratos e agreções físicas. E quando chega nesse momento, muitas vezes já é tarde para fazer algo preventivo, porque a situação já se consumou. Chega então a hora de buscar ajuda profissional para evitar o pior.

O maior problema da violência contra a mulher é que a vítima muitas vezes não percebe que está sofrendo um relacionamento abusivo, e acaba achando “normal” ser maltratada. O envolvimento emocional com o agressor ou mesmo depender dele financeiramente gera medos e inseguranças, o que dificulta a denúncia e o devido afastamento.

Investir em políticas públicas preventivas é um bom caminho para mudar essa triste realidade brasileira, mas o acesso a informação e a elevação cultural nacional, no mesmo nível, feminina e masculina, continua sendo a melhor solução para alteração deste quadro.

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